Saneamento
É a primeira bandeira porque é a que mais mata em silêncio. Não dá para falar em turismo ou saúde com esgoto correndo na rua.
Sou Maurício Braga. Moro em Rio das Ostras há 44 anos, sirvo o público desde 2002 e fui o vereador mais votado da cidade. Agora quero levar a nossa região para Brasília.
Rio das Ostras, Macaé, Casimiro, Carapebus, Quissamã, Conceição de Macabu e Unamar dividem a mesma estrada, a mesma fila de hospital e a mesma promessa que não chega. O que elas não dividem é alguém em Brasília com a obrigação de falar por todas ao mesmo tempo.
Não são temas de manual de campanha. São as contas que eu já venho puxando desde a Câmara.
É a primeira bandeira porque é a que mais mata em silêncio. Não dá para falar em turismo ou saúde com esgoto correndo na rua.
Fila não se resolve com discurso. Se resolve com atenção básica funcionando e dinheiro carimbado chegando no hospital certo.
Criei o Primeiro Emprego Jovem na Câmara. Em Brasília a briga é maior: ensino técnico de verdade e escola conversando com empresa.
Menos burocracia, mais crédito para o pequeno negócio. Emprego não se cria por decreto: se cria tirando o pé do pescoço de quem já tenta.
Sete cidades, uma só voz. A riqueza sai daqui e o retorno não volta na mesma proporção. Essa conta precisa ser feita em Brasília.
Devolvi quase R$ 16 milhões aos cofres públicos e denunciei ao MP quando foi preciso. Em Brasília: fiscalização de emenda e conta na mesa.
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Tenho 49 anos, sou casado e pai de três filhos. Cheguei em Rio das Ostras quando ela ainda nem era Rio das Ostras direito, e nunca mais saí.
Entrei no serviço público por concurso em 2002. De lá para cá foi câmara, foi comissão, foi presidência. E uma coisa nunca mudou: quem me procura, me acha.
Em 2020 fui o vereador mais votado da cidade. Em 2024 disputei a prefeitura e 25 mil pessoas escreveram meu nome. Não ganhei aquela eleição. Aprendi mais com ela do que com todas as que venci.
Mandato se mede em registro público, não em foto. Tudo abaixo está em ata.
leis de minha autoria aprovadas
devolvidos aos cofres públicos na minha presidência da Câmara
em proposições, indicações e requerimentos na legislatura
votos na eleição de 2024
Quando a água levou a casa de centenas de famílias em 2022, eu não fiz nota de pesar. Fiz projeto de lei. O auxílio saiu.
Porque o jovem daqui não pode ter só duas opções: ir embora ou esperar.
Quem construiu esta cidade não deveria pagar para enxergar a rua dela.
Tem coisa aqui que não rende foto, mas rende resultado.
Entrar no grupo do WhatsAppCard é resumo. Aqui é onde eu explico o que pretendo fazer com mandato federal, e por que essa briga é diferente da que eu já briguei na Câmara.
Não dá para falar em turismo, em saúde ou em dignidade enquanto esgoto correr a céu aberto. É a minha primeira bandeira porque é a que mais mata em silêncio. Levar recurso federal para saneamento na região é meta, não intenção.
Fila de exame não se resolve com discurso: se resolve com atenção básica funcionando, sistema integrado e dinheiro carimbado chegando no hospital certo. Já fiscalizei isso de perto. Quero fiscalizar com mandato federal.
Criei o Primeiro Emprego Jovem na Câmara. Em Brasília, a briga é maior: ensino técnico de verdade, escola conversando com empresa e o jovem daqui podendo ficar aqui.
Menos burocracia, mais crédito para o pequeno negócio, mais qualificação. Emprego não se cria por decreto. Se cria tirando o pé do pescoço de quem já está tentando.
Rio das Ostras, Macaé, Casimiro, Carapebus, Quissamã, Conceição de Macabu e Unamar têm o mesmo problema e nenhum deputado que fale por todas ao mesmo tempo. A riqueza sai daqui e o retorno não volta na mesma proporção. Essa conta precisa ser feita em Brasília.
Devolvi quase R$ 16 milhões aos cofres públicos. Denunciei ao MP quando foi preciso. Em Brasília: fiscalização de emenda, controle público e a conta na mesa para quem quiser ver.
Não é uma cidade só. É uma região inteira que divide a mesma estrada, o mesmo hospital de referência e a mesma sensação de que a conta nunca fecha do lado de cá.
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Sem spam, sem lista comprada. Você sai quando quiser.
Preenche aí embaixo que eu te mando o convite na hora.
Porque tem problema aqui que a Câmara não resolve. Saneamento, rodovia, recurso de hospital: isso se decide em Brasília. Passei anos batendo numa porta que não é a certa. Quero ir onde a porta abre.
Moro aqui há 44 anos e minha família toda está aqui. Brasília é o lugar de trabalho, não de morar. Quem me procura, me acha. Isso não muda de endereço.
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